CAMPEONATO FEMININO DE FUTEBOL
Programa EMOÇÕES NO FEMININO do dia 13 de Junho de 2019
EMOÇÕES NO FEMININO
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CRÓNICA DE VIAGEM (para um programa de rádio EMOÇÕES NO FEMININO)
EMOÇÕES NO FEMININO
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“Nunca tivemos uma geração tão triste, tão depressiva. Precisamos ensinar às nossas crianças a fazerem pausas e a contemplar o belo. Essa geração precisa de muito para sentir prazer: Viciamos os nossos filhos e alunos a receberem muitos estímulos para sentir migalhas de prazer. O resultado: são intolerantes e superficiais. O psiquiatra suplica aos pais que proporcionem aos adolescentes mais estímulos para eles se aventurarem, a ter contato com a natureza, encantarem-se com a astronomia, com os estímulos lentos, estáveis e profundos da natureza que não são rápidos como as redes sociais. O Dr Cury diz que os pais procuram, preencher integralmente o tempo das crianças e só lhes dão produtos, transformando-os em consumidores, não cuidando das suas emoções. Esta abordagem é o muito importante, para todas familias, sobretudo para aquelas que têm possiblidades financeiras e atolam os seus filhos de tecnologia: ipad, smarthfone etc. e nunca lhes dedicam o seu tempo. Diz ele que é preciso que os pais cruzem o seu mundo com o dos seus filhos. Aqueles pais que se limitam a seguir manuais de regras estão aptos a lidar com máquinas. É preciso criar uma intimidade real com os pequenos, uma empatia verdadeira. Quinze minutos na semana podem valer por um ano. Pais têm que ser mestres da vida dos filhos.
“Criança tem que ter infância. Precisa brincar, e não ficar com uma agenda pré-estabelecida o tempo todo, com aulas variadas. É importante que criem brincadeiras, desenvolvendo a criatividade. Hoje, uma criança de sete anos tem mais informação do que um imperador romano. São informações desacompanhadas de conhecimento. Os pais podem e devem impor limites ao tempo que os filhos passam em frente às telas. Sugiro duas horas por dia. Se você não colocar limite, eles vão desenvolver uma emoção viciante, precisando de cada vez mais para sentir cada vez menos: vão deixar de refletir, se interiorizar, brincar e contemplar o belo.”
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EMOÇÕES NO FEMININO
EDUCAÇÃO VERSUS PROGRESSO
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Língua portuguesa
A língua portuguesa
No meu espaço das quintas-feiras, expresso as minhas emoções, que se voltam para os mais distintos assuntos. A utilização da língua portuguesa é um assunto recorrente, fazendo eco de trabalhos de pesquisadores. Digamos que o uso da língua portuguesa na nossa sociedade "é o problema que estamos com ele" e que tem preocupado várias pessoas. Carlos Almeida é uma delas. Também as professoras Maria Helena Miguel e Maria Antónia Alves , que lançaram um livro intitulado LINGUA PORTUGUESA - TIRA DÚVIDAS DE A a Z. têm essa preocupação. O objectivo do livro é esclarecer de uma forma rápida, simples e sucinta, as dúvidas que a língua portuguesa vai apresentando no dia a dia. A ideia é solucionar problemas linguísticos de forma simples e clara. Há na verdade muitos problemas no uso da língua portuguesa inclusive por pessoas licenciadas e que são especialistas em determinada matéria, mas que deslustram, por vezes as suas intervenções, por usarem de forma errada algumas expressões. O presente do conjuntivo é uma das grandes dificuldades. Médicos, advogados e outros técnicos dizem que seje, que esteje de uma forma tão convincente que parece não terem dúvidas. Dúvidas todos temos diariamente. É com s ou com z, é com é ou com i. Enfim não é fácil. Portanto os parabéns às duas autoras. Há em todas as sociedades que se preocupam com a utilização da língua. Ao ler o Jornal de Letras ficámos a conhecer um senhor chamado ANTÓNIO HOUAISS que foi um dos maiores estudiosos da língua portuguesa no Brasil e que Jacinto Rego de Almeida que escreve a crónica, diz que tem muitos inimigos em Portugal devido ao acordo ortográfico de que foi o maior impulsionador e artífice no Brasil. Como sabem os ouvintes somos defensores de que a língua portuguesa em Angola deve ser bem falada isso sem deixar de ter a nossa pronúncia e as frases e palavras que vamos introduzindo, cheias de ritmo e conteúdo. As senhoras Maria Helena Miguel e Maria Antónia Alves colocaram à nossa disposição um livro cheio de exemplos, uma ferramenta muito útil para todos. Não devemos ter complexos de tirar dúvidas, para nos expressarmos e escrevermos num português correcto. Repito que isto não tem nada a ver com a pronuncia e o ritmo que nós angolanos, damos à língua. E já agora vamos deixar também a nossa dica, a propósito de uma imitação daquilo que os nossos irmãos brasileiros dizem:
ASSISTIR
Assistir – estar presente, acompanhar, auxiliar, ajudar, socorrer
Tem se verificado a utilização do verbo assistir para todas as circunstâncias onde seria mais conveniente utilizar outro verbo:
Em vez de “assistir televisão” deve-se utilizar - ver televisão, ver um filme
Assiste-se a um bom espectáculo, a uma cerimónia, a qualquer forma de actividade humana - quer dizer a acção quando decorre nós estamos presentes. Essa actividade gravada, vamos vê-la pela televisão.
"O doente foi assistido pelos bombeiros" "Quem assiste o passageiro, é a aeromoça"









